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Pedra
Angular da nossa história... o ponto que intersectou a raça branca
e a tupi-guaraní... A cidade tem um cotidiano regular: de dia o centro comercial ao longo da Passarela do Alcool é pacato e tranqüilo, as muitas lojas de artesanato, souvenirs e camisetas abrem de manhã, as balsas transitam com gente para o Arraial, e as praias para o norte são bem servidas. De tarde, quando se arma toda a passarela de barracas de "altares" frutais para sucos e batidas, de doces artesanais, de acarajés, de revendas de mais artesanatos e manualidades e bem no fim da Passarela do álcool está a Feira dos Atesãos com bijouxs originais em coco e arames, tamancos pintados, "demónios" de durepox, etc. Um mérito ao artesão que subsiste da feira Artesanal de Porto que tem quase 1000 barraquinhas de "bugiganga artesanal" a preços baixíssimos do lado. Os becos com muitas mesinhas sob as árvores e à luz de velas atendidas por restaurantes esmerados, musicos em vivo por aqui e por ali. Um lugar pintoresco e verdadeiro. Da a sensação que todo mundo tem vez para lutar por seu sustento.
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As
sementes são a matéria prima fundamental do artesanato que faz a
tribo indígena pataxó - oriunda da região - que mora em espalhada em varias
aldeias pela região e que tem em Coroa Vermelha sua sede de venda
que fornece a varios vendedores de artesanato de
Porto Seguro, Arraial, Trancoso, etc.
De igual importância é
a madeira da qual são feitas bandejas, pratos, talheres, esculturas,
cartazes e tudo quanto se possa imaginar.
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Walfram Santos, Paineis de Macramé Galeria de arte Roque Coelho Coroa Vermelha |